A fase da excitação começa no homem quando é estimulado pela visão e a mulher pelo tato. Carícias, beijos, toque nas zonas erógenas, uso de apetrechos eróticos, uma boa lingerie, enfim é preciso caprichar nas preliminares afim de estimular o corpo para o sexo. Enquanto os homens gostam de luz acesa e uma ação mais sensual para o pênis entrar em estado de alerta, as mulheres gostam de carinhos e escutar elogios próximo ao seu ouvido.
Fazer amor regularmente é uma parte essencial de uma relação saudável, mas muitos casais não têm conhecimento de quanto os seus corpos mudam durante a relação sexual.
O sexo proporciona uma imensa mudança no processo físico e químicos do nosso organismo. Depois da excitação, há um aumento da liberação de hormônios sexuais (estrógeno, na mulher, e testosterona, no homem) e de adrenalina, que preparam o indivíduo para o ato sexual.
O efeito dessa elevação química é imediato: a circulação sangüínea aumenta, o coração dispara, os pêlos eriçam, a pele enrubesce e a região genital, com uma grande concentração de sangue, se dilata.
Na mulher ocorre o inchaço vaginal e, no homem, a ereção...
A respiração fica ofegante e ao mesmo tempo em que a excitação cresce, outra substância entra em ação. É a endorfina, responsável pela sensação de prazer e satisfação. Nesse momento, a adrenalina está mais baixa e o organismo fica completamente inebriado pela endorfina.
O nível máximo de liberação dessa última substância corresponde ao orgasmo. É o momento no qual todas as células nervosas do cérebro descarregam seu conteúdo elétrico, promovendo o relaxamento físico total. Na mulher, durante esse clímax também é liberado outro hormônio, chamado ocitocina, responsável pela contração do útero.
Mais do que um corpo sobre o outro, a qualidade do sexo está em primeiro lugar, principalmente quando os dois ficam satisfeitos.





