quarta-feira, 28 de março de 2012

Revolução do Vibrador

Tudo começou com uma teoria apresentada por Hipócrates, o médico grego do século IV A.C o pai da medicina ocidental. Ele alegou que o útero da mulher poderia torna-se muito leve e seco da falta da relação sexual. Nomeando esta condição “histeria”. No século II D.C; O grande médico Galeno concluiu dizendo que a “histeria” era causada devido a privação sexual em mulheres apaixonadas, virgens, freiras, viúvas e mulheres casadas.
Durante as era da medicina medieval e renascentista, a cura para a “histeria” seria uma...
massagem vaginal feita por uma parteira.
Na Europa Ocidental durante décadas a “histeria” foi diagnosticada em virtude de alguns sintomas incluindo desmaio, nervosismo, insônia, retenção de líquido, peso no abdômen, espasmos musculares, falta de fôlego, irritação, perda de apetite para alimentos ou sexo.
Os médicos chegaram à conclusão que a masturbação á mão era difícil e tediosa. Enviar pacientes a uma parteira significava uma perda de negócio. Pois a procura pelo tratamento tornou-se constantes e muitos levavam horas.
Foi a partir desta situação que os “Vibradores nasceram, diminuindo o tempo de tratamento drasticamente, aumentando negócios dos médico e eliminando as parteiras.
Em 1902, Hamilton Beach patenteou o primeiro vibrador, tornando-se um dos primeiro aparelhos elétricos para uso doméstico. No inicio os vibradores eram grandes, complexos e barulhentos. Em 1917, havia mais vibradores que torradeiras em lares americanos, alegando curar tudo até mesmo colocar um brilho em seu rosto. Constatando-se as significantes melhoras na década de 1950, o vibrador tornou-se um segredo de quarto compartilhados por mulheres solteiras, donas de casa e casais.
Em 1973 Betty Dodson iniciou grupos de masturbação para as mulheres
“despertar sua consciência sexual”
Nos anos seguintes os vibradores tornaram-se parte da cultura, em 1990 o Cirurgião Geral C. Everett Koop afirmou que o uso de vibrador era uma opção para o sexo seguro.
A venda deste produto no comércio on-line facilitou e tornou discreta a compra.
Hoje em dia em dia as mulheres do norte da Europa são as mais empolgadas 52% das irlandesas e 50% das norueguesas têm um “vibrador”. As brasileiras estão bem atrás, com apenas 13%, á frente apenas de países conservadores como a Malásia12% e Vietnã 5%. Apenas 14% dos homens admitiram ter um vibrador .

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